Geração de empregos no Brasil é 44,8% inferior ao mesmo mês de 2022 (Carreira)

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Geração de empregos no Brasil é 44,8% inferior ao mesmo mês de 2022

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27 de julho de 2023

Atualização 27 de julho de 2023

By Lucas Lopes Lopes

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Geração de empregos no Brasil é 44,8% inferior ao mesmo mês de 2022 que sofria ainda com a Pandemia Covid-19. O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) registrou a criação de 157.198 empregos formais –com carteira de trabalho– em junho. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, foram 1.914.130 contratações contra 1.756.932 demissões. (veja vídeo)

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Os dados foram divulgados nesta quinta feira, 27. O saldo de empregos formais criados em junho foi 44,8% inferior ao registrado em junho de 2022, quando foi de 285.009. Em relação a maio de 2023, subiu 1,3%.

No 1º semestre, o saldo foi de 1.023.540 empregos formais –é o pior desempenho para o período desde 2020, o 1º ano da pandemia de covid-19. Caiu 26,3% em comparação com o mesmo período do ano passado.

O Ministério do Trabalho disse que o estoque de empregos com carteira assinada subiu para 43,468 milhões em junho.

MAIS: Presidente do Instituto Lula vai comandar o IBGE O setor de serviços foi o que mais empregou de janeiro a junho, com saldo de 599.454. Todos os outros setores tiveram resultado positivo no 1º semestre: construção (169.531), indústria (135.361), agropecuária (86.837) e comércio (32.367). Segundo o governo, junho registrou 602.804 pedidos de seguro desemprego, uma alta de 11,7% em comparação com o mesmo mês do ano passado.

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“Não fosse o comportamento inadequado do Banco Central, poderia ser, no mínimo, 189 mil em maio. Isso se repete também em junho. Não fosse essa inadequação esquizofrênica dos juros no Brasil, poderíamos estar falando da ordem de 200 mil novos empregos”, declarou. “Se tivesse tido um comportamento diferente, talvez nós pudéssemos estar comemorando no 1º semestre a ordem de 1,2 milhão ou 1,15 milhão de empregos”, completou.

AINDA: Fundo de investimento quebra e investidor fica com dívida para pagar O ministro responsabiliza do Banco Central pelo resultado de seu Ministério O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que, se não fosse o comportamento “inadequado” do Banco Central, o país teria criado 1,2 milhão de empregos formais no 1º semestre Marinho declarou que tem “um item” na política econômica que atrapalha o bom desempenho, que é a taxa básica, a Selic, em 13,75% ao ano. É importante lembra que a Selic já se encontra neste patamar desde 2022 na Pandemia. E que em 2016 a Selic estava a 14%.

Ele afirmou que os juros atrapalharam a criação de empregos. Em junho, segundo o ministro, poderiam ter sido 200 mil novos postos de trabalho a mais, em vez dos 157 mil registrados.

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Lucas Lopes Lopes

Jornalista cubro editorias de economia há 10 anos. Especializado em criptoativos e-mail: [email protected]

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Geração de empregos no Brasil é 44,8% inferior ao mesmo mês de 2022

27 de julho de 2023Atualização 27 de julho de 2023

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Imagem: Pressenza

Geração de empregos no Brasil é 44,8% inferior ao mesmo mês de 2022 que sofria ainda com a Pandemia Covid-19. O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) registrou a criação de 157.198 empregos formais –com carteira de trabalho– em junho. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, foram 1.914.130 contratações contra 1.756.932 demissões. (veja vídeo)

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LEIA: Petrobras têm queda na produção em comparação a 2022

Os dados foram divulgados nesta quinta feira, 27. O saldo de empregos formais criados em junho foi 44,8% inferior ao registrado em junho de 2022, quando foi de 285.009. Em relação a maio de 2023, subiu 1,3%.

No 1º semestre, o saldo foi de 1.023.540 empregos formais –é o pior desempenho para o período desde 2020, o 1º ano da pandemia de covid-19. Caiu 26,3% em comparação com o mesmo período do ano passado.

O Ministério do Trabalho disse que o estoque de empregos com carteira assinada subiu para 43,468 milhões em junho.

MAIS: Presidente do Instituto Lula vai comandar o IBGE O setor de serviços foi o que mais empregou de janeiro a junho, com saldo de 599.454. Todos os outros setores tiveram resultado positivo no 1º semestre: construção (169.531), indústria (135.361), agropecuária (86.837) e comércio (32.367). Segundo o governo, junho registrou 602.804 pedidos de seguro desemprego, uma alta de 11,7% em comparação com o mesmo mês do ano passado.

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AINDA:



Fundo de investimento quebra e investidor fica com dívida para pagar O ministro responsabiliza do Banco Central pelo resultado de seu Ministério O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que, se não fosse o comportamento “inadequado” do Banco Central, o país teria criado 1,2 milhão de empregos formais no 1º semestre Marinho declarou que tem “um item” na política econômica que atrapalha o bom desempenho, que é a taxa básica, a Selic, em 13,75% ao ano. É importante lembra que a Selic já se encontra neste patamar desde 2022 na Pandemia. E que em 2016 a Selic estava a 14%.

Ele afirmou que os juros atrapalharam a criação de empregos. Em junho, segundo o ministro, poderiam ter sido 200 mil novos postos de trabalho a mais, em vez dos 157 mil registrados.

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No 1º semestre, o saldo foi de 1.023.540 empregos formais –é o pior desempenho para o período desde 2020, o 1º ano da pandemia de covid-19. Caiu 26,3% em comparação com o mesmo período do ano passado.

O Ministério do Trabalho disse que o estoque de empregos com carteira assinada subiu para 43,468 milhões em junho.

MAIS: Presidente do Instituto Lula vai comandar o IBGE O setor de serviços foi o que mais empregou de janeiro a junho, com saldo de 599.454. Todos os outros setores tiveram resultado positivo no 1º semestre: construção (169.531), indústria (135.361), agropecuária (86.837) e comércio (32.367). Segundo o governo, junho registrou 602.804 pedidos de protegido desemprego, uma alta de 11,7% em comparação com o mesmo mês do ano passado.

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