LinkedIn vai abandonar operação na China demissões totalizam mais de 700 (Carreira)

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Investidores BrasilConhecimento para a vida Investidores BrasilConhecimento para a vida Início Carreira LinkedIn vai abandonar operação na China demissões totalizam mais de 700 Carreira LinkedIn vai abandonar operação na China demissões totalizam mais de 700 Por Lucas Lopes Lopes 9 de maio de 2023 Compartilhado Facebook X Pinterest WhatsApp Linkedin ReddIt Email Telegram Patrocinado LinkedIn vai abandonar operação na China demissões totalizam mais de 700. O LinkedIn anunciou, nesta segunda-feira (8), um corte global de 716 funcionários e o encerramento de seu aplicativo na China. A empresa enfrenta um crescimento mais lento de receita, que tem relação com a mudança de comportamento dos usuários, apontou a subsidiária da Microsoft.

LEIA: Lula na China custou mais de R$ 5,5 milhões aos cofres públicos Publicidade Em uma carta aos funcionários, o CEO do LinkedIn, Ruan Roslandsky, afirmou que as equipes globais serão reorganizadas e que a divisão chinesa será descontinuada. A plataforma vai cortar os postos de produtos e engenharia na China, além de reduzir as áreas de vendas e marketing em outros países. Entre para o Telegram do Investidores Brasil!

Acesse as notícias que enriquecem seu dia em tempo real, do mercado econômico e de investimentos aos temas relevantes do Brasil e do mundo. Clique aqui Em 2021, a rede social corporativa encerrou suas operações no país asiático por “enfrentar um ambiente desafiador”, como avaliou na época. Desde então, o LinkedIn fornece um site mais simplificado de vagas de emprego, chamado InCareer, que será oficialmente fechado em agosto.

SAIBA: Telegram afirma que “democracia está em risco no Brasil” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Agência Desapeguix (@agenciadesapeguix) Segundo ele, os funcionários impactados pela decisão receberam um comunicado por e-mail e um convite para chamada com os superiores e um representante da equipe de RH. Ao que tudo indica, os processos de demissão vão acontecer online e devem impactar outros mercados além do chinês, como o dos Estados Unidos.

VEJA: Banido da China por Xi Jinping, como está o homem que foi o mais rico do país “Nossos colegas que são impactados por este anúncio fizeram contribuições inestimáveis para a nossa empresa. Quero reconhecer o impacto que essa decisão tem na vida desses indivíduos. E quero que todos vocês saibam que toda a equipe de liderança e eu nos dedicamos a ajudar nossos colegas durante essa transição e garantir que eles sejam tratados com o cuidado e o respeito que merecem”, afirmou Roslandsky.

Ainda não se haverão cortes da divisão brasileira.

SAIBA: Assessor de Alexandre de Moraes no TSE é preso Onda de demissões Com a decisão, o LinkedIn entra para a lista de big techs que conduziram demissões em massa neste ano. Estima-se que, nos últimos seis meses, mais de 60 mil funcionários tenham sido cortados em empresas globais de tecnologia. O movimento mais recente veio da Meta — controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp — que dispensou 21 mil pessoas desde novembro do ano passado.

Já a Amazon cortou 18 mil funcionários, Alphabet — dona do Google — 12 mil, enquanto a própria Microsoft já havia demitido 10 mil colaboradores.

LEIA: Google expõe risco das empresas e sociedade com projeto de lei das Fake News. Governo tenta calar a empresa Com a compra do Twitter por Elon Musk,



a rede social fez diversas rodadas de demissão, chegando a operar com 2 mil funcionários. No ano passado, a plataforma fechou escritórios em vários países.

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Eloisa

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o que o salto de 14 vezes revela sobre a corrida global por chips de IA Lucas Lopes Lopes - 30 de julho de 2026 Renda Variável A queda de mais de 7% do Santander pode ser um alerta para Itaú, Bradesco e Banco do Brasil?

Lucas Lopes

Lopes - 29 de julho de 2026 Patrocinado LinkedIn vai abandonar operação na China demissões totalizam mais de 700. O LinkedIn anunciou, nesta segunda-feira (8), um corte integral de 716 funcionários e o encerramento de seu aplicativo na China. A empresa enfrenta um crescimento mais lento de receita, que tem relação com a mudança de comportamento dos usuários, apontou a subsidiária da Microsoft.

LEIA: Lula na China custou mais de R$ 5,5 milhões aos cofres públicos Publicidade Em uma carta aos funcionários, o CEO do LinkedIn, Ruan Roslandsky, afirmou que as equipes globais serão reorganizadas e que a divisão chinesa será descontinuada. A plataforma vai cortar os postos de produtos e engenharia na China, além de reduzir as áreas de vendas e marketing em outros países. Entre para o Telegram do Investidores Brasil!

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Ainda não se haverão cortes da divisão brasileira.

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Já a Amazon cortou 18 mil funcionários, Alphabet — dona do Google — 12 mil, enquanto a própria Microsoft já havia demitido 10 mil colaboradores.

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